terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Eu só gostaria de uma xícara de chocolate quente, e numa cabana, acompanhada de um esperto e belo rapaz que me amasse, estar cheia de livros para passar o tempo e um bloco de anotações.

Eu não passo de uma medrosa, eu sei. Como uma garotinha com medo do escuro, ou alguém que nunca dormiu fora de casa. A verdade é que nunca rompi o casulo, e nem me passa pela cabeça quando eu tomarei essa difícil decisão. (Layta Ribeiro)

Ain, eu odeio a ansiedade da espera e a fuga das respostas... (Layta Ribeiro)

Eu não sei o que é isso que eu sinto. Essa sensação de medo de você. Um medo de você me descobrir totalmente já ligada a ti. E que calafrio é esse que me dá, quando você sorri? Junto com esses teus lindos olhos cor de amêndoa, que prendem tanto a minha atenção. Me vem o momento que o meu eu, o abraça gentilmente e num suspiro dado após esse momento de observação... o alento me chega. (Layta Ribeiro)

Não sou boa em sentir, e em consequência a isso não consigo me expressar eloquentemente. Minha fuga é ir ao papel e explodir em letras, letras que formam sequências de frases libertadoras. (Layta Ribeiro)

A verdade nunca passou do que eu realmente acho: que sou indigna da vida e das ocasiões miraculosas da mesma. Eu preciso dar um tapa no destino e enfrentar o vento com os problemas que ele trás. (Layta Ribeiro)

Ai que dó de gente que admira outra gente sem atrativos. (Layta Ribeiro)